O maior estudo genético já feito sobre a calvície masculina apurou que os casos mais prematuros surgem em homens mais baixos, com a pele mais clara e que correm também maiores riscos de sofrer ataques cardíacos ou cancro. Este estudo, publicado na revista Nature Communications, trata de salientar como a calvície é um problema muito comum, afectando quatro em cada cinco homens, metade dos quais apresentam sinais dela antes dos 35 anos de idade. Analisando o ADN de 10.846 homens carecas e de 11.672 homens com cabelo, dos registos de uma companhia norte-americana de sequenciação genética, investigadores da Universidade de Bonn, na Alemanha, identificaram 63 alterações no genoma humano, 23 das quais não se conheciam antes, que aumentam o risco de perda de cabelo.
Baixinhos e branquelas, ficam carecas
